CONTO ERÓTICO – Nosso Caso Não Resolvido

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Eu vou contar uma história aqui, acredito que alguns irão se identificar. Eu tenho um amigo muito querido, nossa amizade já dura uns bons 9 anos, beirando às bodas de zinco. Sempre fomos muito parceiros, sei que com ele eu posso contar de tudo e sobre tudo.
Apesar da nossa linda amizade, sempre houve uma tensão sexual gigantesca entre a gente. Confesso que de ambas as partes. Nunca fizemos nada em relação a isso, porque sempre estamos comprometidos com alguém, em algum momento. Quando não sou eu, é ele. Nunca tivemos essa brecha dos dois solteiros ao mesmo tempo, sabe?
Essa sensação do proibido, do querer mas não poder, talvez seja isso que mantém essa vontade tão intensa.
Um certo dia, na casa de um amigo em comum, estávamos fazendo uma socialzinha de leve. Rodinha de amigos, cerveja e conversa fiada. Uma lata, duas latas, vinte latas… Daí pra pior… Todos já estavam embriagados, inclusive nós dois.
Começou-se um assunto sobre sexo, eu sempre gostei de conversar sobre isso com meus amigos, sempre me senti muito à vontade perto deles para tratar de assuntos mais íntimos. O problema foi quando o assunto começou a ficar muito quente, esse meu amigo e eu já começamos a trocar olhares. Eu já senti o meu coração acelerar, pois a tensão aumentava entre a gente e o meu desejo de pular em cima dele ali mesmo era insano. Tenho certeza que foi recíproco, pois a cada vez q eu olhava pra ele, ele se ajeitava na cadeira, como se estivesse tendo uma ereção e não queria deixar visível. Óbvio que eu sempre olhava pra conferir e, por mais que ele tentava disfarçar, estava muito duro, o que me deixava mais excitada ainda.
Decidimos ir embora. Fomos juntos, decidimos rachar um Uber pois morávamos perto um do outro. Eu chamei o motorista do meu cel, fingi que coloquei duas paradas, quando na verdade eu havia colocado apenas o endereço da casa dele. Eu estava com a maldade no coração já, mas ele não sabia.
Dentro do carro, apoiei a minha cabeça em seu ombro, fingindo estar descansando, ele me abraçou e ficou acariciando o meu cabelo, algumas vezes notei que ele o cheirava também. Achei fofo. Mas eu não queria fofura, eu estava pro crime aquele noite.
Apoiei a minha mão em sua coxa e comecei a acaricia-lo, levemente. Logo o senti se mexer no banco, percebi que estava ficando excitado, subi um pouco mais a mão. Senti a sua respiração mais ofegante, mas eu não parei, subi mais um pouco, agora com minha mão por cima do seu membro, o senti duro, latejando. O agarrei um pouco mais forte, levantei a minha cabeça, o olhei nos olhos, respiração acelerada, dei uma encarada na boca dele, mordi meus lábios como se dissesse: “Me beija agora!”. Ele entendeu o recado. Segurou com as duas mãos o meu rosto, me puxou para mais perto dele e me beijou. Um beijo molhado, macio, com tesão. Fomos nos beijando durante todo o caminho, sem nem ligar se o motorista estava olhando ou não pra gente. Minha mão não soltou o seu pau por nenhum segundo, eu o sentia cada vez mais duro, parecia que iria rasgar a calça e pular pra fora a qualquer instante.
Eu estava com um tesão absurdo naquele momento. Eu senti minha calcinha molhar, eu estava doida pra colocar o dedo dele dentro dela para que ele sentisse o que ele havia me causado. Meu coração acelerado, meu clitóris palpitando, respiração ofegante. Eu queria dar, queria a boca dele me chupando, me lambendo, eu queria sentar naquele cara até cansar.
Chegamos ao seu endereço. Ele olhou pra mim triste, se despedindo. Eu o esperei sair do carro e se afastar um pouco e desci também. Ele não percebeu que eu havia descido. O segui até o portão, quando ele me viu, não acreditou. Me puxou pelo braço, me colocou encostada no muro, me beijou a boca e, com as mãos, puxou a minha blusa para baixo, me deixando com os seios completamente expostos, na rua mesmo. Ele agarrou meus seios com tanta vontade e os colocou na boca. Ele não sabia se me beijava a boca ou meus peitos. Eu queria os dois. Estava gostoso demais. O tesão era tão grande que eu estava até zonza.
Ele me virou de costas, colocou a mão por dentro do meu short, puxou meu corpo pra mais perto dele, me pressionando contra o seu corpo. Eu fiquei rebolando, me esfregando no pau dele. Quando ele viu o tanto que eu estava molhada, me beijando a nuca e sussurrando em meu ouvido, disse:
– Caralho, queria te comer aqui mesmo. Foder essa bucetinha molhada. Mas eu quero mais, eu quero fazer outras coisas com você antes. Já não é de hoje que eu planejo esse momento. Hoje você é minha!
Era exatamente o que eu queria!
Ele abriu o portão, mas antes de entrarmos na casa dele, eu desviei o caminho e fui pra garagem. Fui em direção ao carro estacionado, fiquei de costas para o carro e de frente para ele, abri o meu short e deixei que ele caísse no chão. Fiquei só de calcinha, me virei, me inclinei no capo do carro, olhei pra ele e disse:
– Me chupa!
Ele veio em minha direção, se ajoelhou no chão de frente para mim, começou a me lamber entre as pernas, começando na panturrilha e subindo pelas coxas até chegar na minha bunda. Acariciou com os dedos a minha buceta, por cima da calcinha molhada e suspirou. Lentamente, puxou a minha calcinha para baixo, abriu um pouco mais as minhas pernas e passou a língua por toda a região da minha vulva, chegando no meu cuzinho.  Ahhhhh que língua gostosa. Ele não parava, me lambia, me chupava, me dava tapas na bunda. Quando ele enfiava um ou dois dedinhos dentro de mim eu soltava gemidos alto. Completamente entregue, deitada no capo, toda empinada pra ele, eu rebolava na boca dele e ele me lambuzava de saliva. Com a cara entre minhas nádegas, se afogando no meu mel, gozei naquela boquinha insaciável. Minhas pernas enfraqueceram, meu corpo em seus braços, sendo sustentado por ele.
Ele me virou, me beijou, me beijou e me beijou. Ele com o rosto todo lambuzado com meu sabor. Eu retribui seus beijos, me jogando em seus braços. Então, ele me colocou sentada no capo do carro, ainda me beijando, suas mãos percorriam todo o meu corpo. Eu, apressada, arranquei a sua blusa e já quis logo tirar sua calça. Eu queria vê-lo, queria tocá-lo, queria senti-lo dentro de mim. Meu corpo implorava por ele.
Completamente nus na garagem, eu pude vê-lo, delicioso. O toquei, o acariciei, de cima a baixo.
– Me fode! – Eu implorava.
Ele colocou minhas pernas em seus ombros, ficou esfregando a cabecinha do pau na minha perna, passava por cima do clitóris e me fazia gemer, ameaçava enfiar, mas logo tirava. Esfregava todo o comprimento na minha vulva, lubrificando o seu pau. Eu olhava pra ele com uma cara de puta carente, louca pra senti-lo mas gozando daquela brincadeirinha. Mordia os lábios de tesão.
Quando eu menos esperava, ele me penetrou. Ahhhh que delícia!!!!! Sentir aquela rola entrando toda em mim, estava tão duro, as veias saltadas, eu sentia tudo. Cada centímetro, cada curva que seu pau fazia. Era perfeito. Na medida certa, a direção exata. Quando entrava tudo, eu sentia bater exatamente no meu ponto G. Era uma mistura de tesão com felicidade.
Me segurou pelo quadril e me penetrou, começando lentamente. Eu olhava a carinha dele de tesão, me deixava mais louca ainda. Ele mordia os lábios pra não gemer. Quando intensificou os movimentos, quase me deixou sem ar. Era cada estocada que ele dava, eu sentia o seu pau entrar todinho, sentia até suas bolas baterem na minha bunda. Puta que pariu! Que sensação maravilhosa. Que gostoso. Que sexo!
Meus seios balançavam, os deixou bem instigado.
– Quero gozar nesses peitões! – Dizia.
Eu já estava tipo: “Goza, goza aonde você quiser”. Topando qualquer parada!
Assim fez, me lambuzou inteira. Gozou nos meus peitos, na minha barriga, caindo até um pouco no meu queixo. Momento de risadas.
Ele se debruçou em cima de mim, me beijou de novo.
Nos recompomos e entramos em casa. Fomos até a sala, abrimos uma cerveja, sentamos lado a lado no sofá e no beijamos.
Pelo visto não éramos compatíveis somente como amigos, mas como amantes éramos perfeitos. O nosso beijo simplesmente encaixou, era aquele beijo macio, mas intenso, com leves mordidinhas de tesão. O movimento das línguas revelavam nossas intenções. Beijo molhado em cima e em baixo.
Não deu nem 5 minutos, eu já estava em seu colo, com os peitos para fora. Ahhh eu adorava quando ele os agarravam e os chupava. Vê-lo se deliciando em meus seios me fazia sentir uma gostosa sem igual. Enquanto ele chupava, eu rebolava em cima dele, roçando no seu pau, duro, para a minha alegria total.
Dessa vez eu o queria em minha boca. Eu sempre soube que ele gostava demais de oral, tanto fazer (isso já comprovamos), quanto de receber e eu estava louca para mostrar pra ele os meus dotes, porque uma coisa é certa, eu sempre soube trabalhar essa linguinha aqui. Eu já o conhecia, sabia do que ele gostava. Estava louca para colocar em prática.
Me levantei, o beijei um pouco e me posicionei ajoelhada de frente para ele. Joguei o meu cabelo de lado, arranquei a sua cueca e segurei o seu pau pela base. Antes de cair de boca, disparei um olhar de vagabunda pra ele, vagabunda sedenta por aquela rola. Dei uma lambida, da base até a cabeça, uma leve cuspidinha pra lubrificar e enfiei aquele pau inteiro na boca.
Sim, era disso que ele gostava, sem lenga lenga. Eu devorei o pau daquele homem que ficou louco quando me viu o engolir daquele jeito. Pra cima e baixo, meu olho até lacrimejava um pouco, algumas vezes cheguei a engasgar, aí eu parava, olhava pra ele, toda babada e começava tudo de novo. Ele estava tão excitado que me segurou pelo cabelo e começou a foder a minha boca, sem parar. Eu já estava completamente comprometida com aquele oral, envolvida naquele pau. Simplesmente deixei que ele me fodesse gostoso. Fazia um sinal na perna dele quando ia muito fundo, ele parava pra eu respirar um pouco mais e depois voltava. Eu chupei aquela rola por quase meia hora, meu maxilar doía um pouco, mas eu estava em êxtase, queria mais e mais.
– Safada! Me deixa louco! Essa boquinha, me engolindo todinho. Ahh delícia!
Quando ele estava quase gozando, parou, me puxou para cima, me beijou e me colocou de quatro no sofá, com as mãos no encosto e os joelhos no assento. Abriu bem as minhas pernas e me mandou empinar bem a bundinha pra ele. Caiu de boca em mim, me chupou com tanta vontade que eu parecia um picolé num dia mais quente do ano!
Ele se sentou no sofá, entre minhas pernas e me mandou sentar na cara dele. Eu, muito obediente, assim fiz. Rebolei naquela boquinha gostosa que me fez gozar mais uma vez. O segurei pela cabelo e o prendi entre minhas pernas (quase matando o bichinho sufocado), gozei por quase 20 segundos.
Se levantou, ficou por trás de mim, abriu bem minha bunda e disse:
– Eu preciso ter esse cuzinho hoje!
Eu só olhei pra trás, me inclinei bem em sua direção e disse:
– É seu!
Ele ficou louco. Eu sabia que pra ele sexo anal era a melhor coisa que existia, eu também sempre gostei. Deu pra notar que a nossa química era muito grande. O desejo que ele tinha de comer o meu cuzinho era o mesmo que eu tinha de dar pra ele. Queria ele se deliciando com cada pedacinho do meu corpo.
Ele começou a esfregar a cabecinha bem na entradinha, devagar… Enfiava na frente, que estava muito lubrificado e esfregava atrás. Ele tentou colocar um pouco, mas senti um pouco de dor. Então, ele pegou um lubrificante e me lambuzou com o produto pra facilitar.
Foi colocando devagar, penetrando a cabecinha, me abrindo aos pouquinhos. A cada mm que ele me abria eu gemia, dessa vez de prazer. Eu olhava para trás para ver a carinha dele de tesão. Ele mordendo os lábios, concentrado em me penetrar. Eu me inclinava mais, com as mãos eu abria meu bumbum e o deixava bem acessível pra ele.
Ahh quando entrou tudo, que delícia. Eu o segurei pelo quadril, pedi que ficasse uns segundos parado. Comecei a rebolar devagar e pedi pra ele me acompanhar. Quando ele já estava bem acomodado dentro de mim, eu disse:
– Agora fode meu cuzinho, bem gostoso, do jeito que você sempre quis fazer!
Cara, esse homem ficou alucinado. Começou um movimento de vai e vem, devagar mas intenso. Ele socava forte dentro de mim, colocando até o último cm de pau dentro do meu cuzinho. Que delícia.
Me fodia me xingando, me batendo na bunda, segurando meu cabelo. Se inclinava na minha direção e me beijava, segurando meus seios e me penetrando sem parar.
Desceu uma mão até a minha buceta e me masturbou. Me fodia e me masturbava ao mesmo tempo. Eu estava amando aquilo tudo, me sentindo a putinha dele, que estava disposta a deixá-lo usar e abusar de mim.
Aumentou seus movimentos, gemendo cada vez mais forte. Eu não aguentei todo aquele tesão e gozei de novo em suas mãos. Quando ele me ouviu gemer não se aguentou também, me segurou pelo quadril e começou a socar mais forte até gozar dentro de mim, me preenchendo todinha. Senti aquela porra quentinha entrando e depois escorrendo um pouco pela minha perna.
Nós dois caímos no sofá, extasiados, quase em coma. Ficamos deitados de conchinha, o pau dele ainda dentro de mim, mas já não estava tão duro. Adormecemos ali mesmo. Acordamos somente no outro dia. Claro que rolou mais sexo.
Agora, independente se estamos namorando ou não, sempre transamos. Não conseguimos mais ficar sem. Sempre seremos o caso não resolvido um do outro.

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