O Cúmplice é um vibrador de casal em formato de U que se veste por dentro: uma haste entra e pressiona o ponto G, a outra fica do lado de fora, colada no clitóris, e a curva entre as duas se acomoda sozinha no corpo, sem cinta e sem precisar de mão. Quem manda nele é um controle remoto sem fio pequeno, de três botões, feito para ficar na mão de outra pessoa. É aí que ele deixa de ser só um brinquedo e vira um jogo: ela veste, alguém segura o controle, e o prazer passa a ter dono.
| Ficha técnica | Especificação |
|---|---|
| Material | Silicone e ABS |
| Haste maior | 10,3 cm de altura, 2,7 cm de largura (2,9 cm de perfil) |
| Haste menor | 8 cm de altura, 1,7 cm de largura |
| Espessura da curva | 1,2 cm |
| Vibração | 7 frequências, mais o botão clímax no controle |
| Ruído | Abaixo de 50 dB (medição do fabricante) |
| Controle | Remoto sem fio, sem aplicativo |
| Recarga | Magnética, cerca de 2 horas |
| Autonomia | Cerca de 1 hora de uso |
| Água | Corpo inteiro à prova d’água |
| Cor | Roxo vinho |
O número que decide o conforto é o 1,2 cm da curva: é essa parte que fica na entrada, entre as duas hastes, e ela foi desenhada fina justamente para o pênis ou um dildo entrarem junto. Com hastes de 1,7 cm e 2,7 cm de largura, o Cúmplice está muito longe do volume de um dildo, cabe inteiro dentro de uma calcinha comum e não marca a roupa.

Vibrador de casal que continua ligado durante a penetração
O Cúmplice foi pensado para o sexo a dois, não para substituir ninguém. Com ele no lugar, a penetração acontece normalmente e a vibração atravessa: ela recebe estímulo no ponto G e no clitóris ao mesmo tempo, e o parceiro sente o tremor enquanto está dentro. Resolve a queixa mais comum de casal, a de que a penetração sozinha não chega lá, sem transformar a transa numa operação técnica com dois aparelhos e as mãos ocupadas. Encaixou, ligou, e o corpo esquece que ele está ali.
Sozinha ele funciona igual, com a vantagem de liberar as mãos. Mas o desenho dele entrega a intenção: é um brinquedo feito para ser dividido, e fica melhor quando outra pessoa decide o ritmo.
Quem segura o controle manda no orgasmo
O controle remoto tem três botões e cada um conta uma história. Um liga, outro passeia pelas 7 frequências de vibração, e o terceiro, marcado com um raio, é o botão clímax: pula direto para a intensidade máxima, sem aviso. Coloque esse controle na mão dele e o jogo muda de natureza, com provocação no restaurante, pausa no melhor momento e tudo de uma vez quando ela menos espera. Para quem gosta de tease and denial e de controle do orgasmo, é um dos jeitos mais discretos de brincar disso, porque nada aparece por fora e toda a tensão fica escondida no olhar de quem sabe.
Numa dinâmica de dominação feminina a lógica inverte com o mesmo charme: ela veste, ela fica com o controle, e o parceiro assiste ao prazer dela sem permissão de tocar, esperando a vez que talvez nem chegue.

Por baixo da roupa, abaixo de 50 decibéis, ele fica mais baixo que um despertador, segundo a medição do próprio fabricante. Num jantar, no carro ou numa festa o som some no ambiente; num quarto em silêncio total, com o ouvido perto, dá para ouvir, e fingir que não ouviu faz parte da graça.

Recarga magnética, à prova d’água e fácil de limpar
A recarga é magnética: o cabo encosta no ponto de contato e prende sozinho, sem entrada aberta por onde a água ou o lubrificante possam entrar. São cerca de 2 horas na tomada para mais ou menos 1 hora de uso, o bastante para um jantar demorado ou uma noite inteira de provocação com pausas. O corpo é todo vedado, então dá para lavar em água corrente com sabonete neutro e levar para o banho sem medo. Use lubrificante à base de água, que não ataca o silicone, e guarde o Cúmplice separado de outros brinquedos de silicone para a superfície continuar lisa.
É um presente de casal que funciona de verdade, e um brinquedo solo que fica ainda melhor quando alguém mais segura o controle.


























































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