Esta mordaça harness muzzle gag faz duas coisas ao mesmo tempo, e é por isso que ela cala melhor que uma mordaça comum. Por dentro existe uma bola de silicone de 4,5 cm que enche a boca; por fora, um painel inteiriço de couro que cobre dos lábios ao queixo e abafa o que ainda tentar sair. E segurando tudo vem o arnês: uma tira que passa por cima da cabeça, outra que fecha sob o queixo e uma argola bem no meio, para quando você quiser puxar.
| Ficha técnica | Especificação |
|---|---|
| Material | Couro sintético com rebites de metal |
| Bola interna | Silicone, 4,5 cm de diâmetro |
| Painel | Inteiriço, cobre a boca e o queixo por fora |
| Arnês | Tira superior pela cabeça e tira inferior sob o queixo |
| Argola | De metal, na lateral da tira do queixo |
| Ajuste | Fivelas com furos, serve de cabeça pequena a grande |
| Cores | Preta ou vermelha |
| Limpeza | Bola com água e sabonete neutro, couro com pano úmido |
Os 4,5 cm da bola a colocam acima do tamanho médio, que é 4 cm. Enche a boca de verdade e acaba com a articulação já no primeiro minuto, mas não chega a forçar a mandíbula como as de 5 cm fazem, o que significa que dá para ficar com ela bastante tempo. O painel por fora não aperta, só cobre, então o volume que você sente é o da bola e nada além dela.
![]()
O painel abafa o que a bola não cala
Uma ball gag sozinha transforma palavra em som, mas o som sai inteiro. Com o painel de couro fechando a frente, esse som perde volume antes de chegar ao ar, e o que escapa é mais baixo e mais grave. Para quem procura silêncio de verdade, e não só a imagem de uma boca ocupada, é a diferença entre um brinquedo de foto e um brinquedo que funciona num apartamento com vizinhos.
O painel também apaga a boca por completo. Do lado de fora não se vê a bola, não se vê os lábios esticados, não se vê nada: só couro liso onde antes havia expressão. Quem está olhando perde metade do rosto da pessoa, e o resto do rosto, de repente, diz muito mais.

O arnês não deixa sair
Mordaça de tira única escorrega com três movimentos de maxilar. Aqui a tira de cima passa pelo alto da cabeça e a de baixo fecha sob o queixo, então o conjunto fica preso em dois eixos e o painel não gira nem desce. Pode se contorcer à vontade: ele fica onde está até alguém abrir as fivelas.
A argola de metal na lateral acrescenta a parte interessante. Engate um mosquetão, uma corda ou uma guia e você passa a conduzir a cabeça pela boca fechada, que é um jeito bem mais íntimo de mandar do que puxar por uma coleira.

Preta ou vermelha
A preta é a escolha discreta, some contra couro e contra o escuro do quarto, e deixa o rosto ser o assunto. A vermelha faz o oposto: puxa o olho na hora, aparece em qualquer foto e transforma a boca coberta no ponto mais chamativo da cena. O molde, as tiras e a bola são idênticos nas duas, então a decisão é só sobre o que você quer que apareça.
Duas coisas para a cena durar: com a boca cheia e coberta não sai palavra nenhuma, então combine um sinal de mão antes de fechar a fivela, e lembre que maxilar cansa antes da vontade, o que faz sessões curtas repetidas renderem mais que uma longa terminada às pressas. Depois é só lavar a bola, passar pano no couro e guardar. E então apertar o último furo e ouvir o barulho que sobra.





























































Avaliações
Não há avaliações ainda.