Esta mordaça ball gag traz uma bola de silicone de 5 cm de diâmetro, e esse número é o que separa ela das outras. Cinco centímetros é grande de verdade: a boca não fecha em volta, a mandíbula fica aberta no limite confortável dela e não sobra espaço nenhum para a língua articular qualquer coisa. O que entra ali fica ali, presa por uma tira de borracha com furos e uma fivela de metal fechada atrás da cabeça, no ponto que quem está do outro lado escolher.
| Ficha técnica | Especificação |
|---|---|
| Bola | Silicone macio, 5 cm de diâmetro |
| Tira | Borracha flexível, com furos ao longo de toda a extensão |
| Fivela | Metal, com ponteira, fecha atrás da cabeça |
| Fixação da bola | Rebites de metal dos dois lados |
| Cores | Preta ou vermelha |
| Ajuste | Vários furos, serve de cabeça pequena a grande |
| Limpeza | Água morna e sabonete neutro, secar antes de guardar |
Para efeito de comparação, a maioria das bolas vendidas por aí tem 4 cm, e o pulo de um centímetro muda tudo. Em 4 cm a boca ainda se acomoda em volta da bola; em 5 cm ela é obrigada a ficar aberta, os cantos dos lábios esticam, e a sensação de estar sendo preenchida até o limite aparece já no primeiro minuto. Se for a primeira mordaça de alguém, saiba que este é o modelo grande, e que a diferença se sente.

O som que ela deixa passar
Ball gag não cala ninguém, e essa é a melhor parte. O que ela faz é tirar as palavras e deixar o resto: os gemidos saem abafados e mais graves, cada tentativa de dizer alguma coisa vira som sem forma, e a pessoa amordaçada escuta a própria voz falhando. Poucas coisas marcam uma cena de submissão tão rápido quanto perceber que você ainda pode fazer barulho, mas não pode mais se explicar, negociar ou implorar com clareza.
E vem a baba. Com a boca aberta em volta de uma bola desse tamanho, engolir fica difícil, e em pouco tempo o queixo está molhado. Quem está por baixo sente descer e não pode limpar. Quem está por cima vê, e sabe que a outra pessoa também sabe. É uma humilhação lenta, silenciosa e completamente visual, que acontece sozinha enquanto você só observa.
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Vermelha ou preta
A preta é discreta na cena e some contra a pele e o couro, deixando o rosto ser o centro de tudo. A vermelha faz o contrário: puxa o olho na hora, aparece em qualquer foto e transforma a boca no ponto mais chamativo do corpo. Se a mordaça vai ficar no escuro de um quarto ou em cima de uma mesa, vale a preta. Se a ideia é olhar, fotografar e humilhar pela imagem, é a vermelha que faz o serviço.
O silicone é macio o bastante para ceder um pouco sob os dentes em vez de bater duro, e a tira de borracha não repuxa cabelo como tecido faz. A fivela é a mesma dos dois lados, então a escolha é só estética.
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Pelo tempo que ela permitir
Comece fechando a tira no furo em que a bola encosta na boca sem forçar a nuca, e vá apertando um furo por vez se a ideia for prender mais. Antes de começar combine um sinal, porque com 5 cm na boca não sai palavra nenhuma: dois toques no braço, um objeto que faz barulho ao cair, qualquer coisa que funcione sem voz. Maxilar cansa mais rápido do que a vontade, então sessões curtas e repetidas rendem muito mais do que uma longa terminada às pressas. Depois é só lavar com água morna e sabonete neutro e deixar secar.
Fechada a fivela, acabou a conversa. Sobra o barulho, a baba e o olhar dela decidindo quanto tempo você ainda fica assim.

























































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