Esta máscara slave BDSM fecha a cabeça inteira e deixa exatamente dois furos no nariz. Sem recorte de olho, sem abertura de boca, sem fenda de orelha: 33 centímetros de couro sintético acolchoado que apagam a vista, abafam o som e tiram da pessoa qualquer referência do que está acontecendo em volta. É privação de sentidos de verdade, não enfeite de cena.
| Ficha técnica | Especificação |
|---|---|
| Altura | 33 cm, do topo à base da coleira |
| Material | Couro sintético acolchoado, com forro interno |
| Aberturas | Só dois furos no nariz, com ilhós de metal |
| Tiras | Uma pelo topo da cabeça e uma na testa, com fivela |
| Regulagem | Cordão entrelaçado na nuca, estilo espartilho |
| Coleira | Integrada na base, com argola em D para guia |
| Cadeado | As fivelas têm furo para prender com cadeado |
| Tamanho | Único, ajustado pelo cordão e pelas fivelas |
Entenda o que “só dois furos no nariz” significa antes de comprar. Com a máscara fechada a pessoa não enxerga nada, não fala, e respira apenas pelo nariz. Isso é o ponto da peça e também o motivo pelo qual ela exige alguém presente o tempo inteiro, com a mão no cordão da nuca.

O escuro chega primeiro
Nos primeiros segundos é só a vista que some. Depois vem o som, abafado pelo acolchoamento, e o cheiro de couro que toma conta de tudo. O corpo começa a procurar referências que não existem mais, e é aí que a peça faz o que promete: a pessoa deixa de saber onde você está, o que você está segurando e o que vem a seguir.
Para quem comanda, isso vira controle total do tempo. Sem relógio, sem luz e sem rosto do outro lado, dois minutos e vinte minutos são a mesma coisa para quem está dentro da máscara.

Fecha e tranca
A regulagem é por cordão entrelaçado na nuca, igual a espartilho: você aperta puxando as pontas e a máscara passa de folgada a colada no crânio. Por cima disso tem duas tiras de couro, uma passando pelo topo da cabeça e outra na testa, ambas com fivela de pino.
E as fivelas têm furo para cadeado. Fechada com cadeado, a máscara deixa de ser algo que a pessoa pode tirar e passa a ser algo que só sai quando você decidir, o que muda completamente o peso da cena.

A coleira já vem junto
A base não termina no pescoço: ela vira uma coleira integrada, com fivela própria e uma argola em D na frente. Engate uma guia ali e a pessoa encapuzada passa a ser conduzida, sem enxergar para onde. É o detalhe que transforma a máscara de objeto de imobilidade em objeto de condução.
Por ser acolchoada e de tamanho único regulado por cordão, ela serve em cabeça pequena e grande, e o interior macio evita ponto de pressão no uso mais longo.

Couro sintético, não animal
A descrição antiga desta página dizia couro de plutônio, que é a tradução automática errada de PU leather. O material é couro sintético, macio por fora e com enchimento por dentro, costurado em gomos que dão a forma de cabeça.
Esta é peça para quem já conhece o parceiro. Combine um sinal de mão antes de fechar, porque falar fica impossível, e deixe uma tesoura de ponta romba ao alcance para cortar o cordão se precisar. Não aperte a coleira de base além do que deixa dois dedos passarem, e tire a máscara a cada quinze ou vinte minutos para a pessoa respirar livre e você olhar o rosto dela. Depois limpe o couro com pano levemente úmido, deixe o forro arejar e guarde sem amassar. Então aperte o cordão, prenda a guia e descubra o quanto ela entrega quando não sabe mais onde você está.




























































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